Uma Gargantada de aquedutos

O aqueduto da Gargantada “dá nas vistas” à entrada da Amadora mas é obrigatório descobrir o ponto de partida, em Belas. Pelo enredo “hidráulico”. Em primeiro lugar a estrada chama-se das “Águas Livres”. Depois, o roteiro é aparentemente simples, seguir o aqueduto da Gargantada até ao Palácio de Queluz, mas é muito enganador. Encontramos um reservatório em pedra, com uma cobertura arredondada e bem preservada apesar … Continue a ler Uma Gargantada de aquedutos

Aqueduto das Águas Livres tem o maior arco de pedra em ogiva do mundo

O Aqueduto das Águas Livres foi construído tardiamente, rapidamente se percebeu que era insuficiente para resolver o problema da falta de água em Lisboa, mas é uma das obras que marca a cidade. A monumentalidade em Alcântara é esmagadora. Os arcos atravessam o vale numa extensão de 940 metros e, conforme salienta Mariana Castro Henriques, diretora do Museu da Água, “sem dúvida que a zona … Continue a ler Aqueduto das Águas Livres tem o maior arco de pedra em ogiva do mundo

O belo e monumental aqueduto da Amoreira em Elvas

Poucas construções em Portugal marcam tanto a imagem de uma cidade como o aqueduto da Amoreira em Elvas.Disputa a atenção na paisagem urbana com fortes e muralhas. No vale de S. Francisco torna-se absolutamente dominante porque os arcos ultrapassam os 30 metros de altura.São, a par do Forte da Graça que se ergue vigilante num dos montes que rodeia a cidade, a esplendorosa receção aos visitantes … Continue a ler O belo e monumental aqueduto da Amoreira em Elvas

A porta da casa é no Aqueduto de Évora

O aqueduto de Évora está quase a fazer 500 anos e ainda transporta água quase até à cidade. É uma das obras monumentais da cidade e foi apropriado pelo casario, essencialmente num dos lugares simbólicos: na rua do Cano.O aqueduto da Água de Prata foi inaugurado em Março de 1537 e transportou água até à Praça do Geraldo ainda no século XX. Conforme refere o arquiteto … Continue a ler A porta da casa é no Aqueduto de Évora

A sedução das cerejas

Esta é a época das cerejas. Vai, o mais tardar, até Agosto. Mas, este ano, não tem sido um processo fácil. O tempo não ajudou na produção e a pandemia dificulta o escoamento da pouca que, em algumas zonas, se salvou da intempérie do final de Maio. Um contexto que reforça uma atitude solidária e de descoberta de paisagens e tradições que, apesar de tudo, … Continue a ler A sedução das cerejas

Almeida – a fortaleza do tempo

Almeida mantém-se como uma vigorosa fortaleza.  No passado, a estrutura em hexágono protegia da guerra, dos invasores espanhóis e franceses. Hoje, a muralha preserva a identidade e um fabuloso património.Almeida fica numa zona plana e só temos uma perceção clara da vila quando nos aproximamos da praça-forte.As elevações, os canhões, o enorme fosso… remetem-nos de imediato para a ideia de que estamos perante algo imponente. Essa … Continue a ler Almeida – a fortaleza do tempo

Marvão a vila fortaleza

Marvão não tem uma fortaleza. O próprio local já é uma fortaleza! Está no topo de um monte com 860 metros de altitude e com encostas escarpadas. Rochas enormes em posição vertical e que foram muito mais eficazes que as construções defensivas.A fortaleza é em primeiro lugar uma obra da natureza. As enormes muralhas que cercam Marvão são um complemento defensivo para a população que … Continue a ler Marvão a vila fortaleza

Elvas “a chave do reino”

Elvas tem o maior sistema de defesa com baluartes do Mundo e, recorrendo a uma metáfora, podemos dizer que é uma cidade à prova de bala ou a tiro de canhão. Na ficção científica, seria “a base da Guerra das Estrelas”. Passo a citar que conhece bem a cidade, Margarida Ribeiro:  “Elvas é uma cidade quartel. Não é um quartel. É a cidade. Toda a … Continue a ler Elvas “a chave do reino”

Rio Sado – uma reserva natural que corre para Norte

O Sado é um rio tipicamente alentejano. Resiliente, sereno e de convicções fortes. De tal modo que é dos poucos rios portugueses que corre de Sul para Norte.Nasce no Baixo Alentejo, na serra da Vigia, próximo de Ourique. Percorre depois 180 km pelo Alentejo Litoral até desaguar no oceano em Setúbal. Pelo caminho alimenta a albufeira da barragem do Monte da Rocha que nos últimos … Continue a ler Rio Sado – uma reserva natural que corre para Norte

A confluência de Soure

Rios que correm para Norte juntam-se em Soure e ganham força até à confluência com o Mondego. A mesma função teve o castelo que pertencia à linha de defesa de Coimbra.  Os rios Anços e Arunca mostram maior resistência e, por vezes, maior  rebeldia ao controlo dos homens com inundações em áreas habitadas e estradas. Soure fica escondida a sul do rio Mondego e a … Continue a ler A confluência de Soure

Pêro da Covilhã – o maior espião português

Há dois lugares onde podemos ver o rosto do maior espião português. Um deles é no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa. É um dos notáveis dos Descobrimentos, mesmo ao lado da Bandeira da Ordem de Cristo e sétimo no alinhamento atrás do Infante D. Henrique. O outro lugar é onde se atribui ser a sua terra natal, a Covilhã, e que lhe ofereceu o apelido. … Continue a ler Pêro da Covilhã – o maior espião português