Islândia – InfÚtil

A Islândia apresenta um problema significativo que é o custo de vida. Para um europeu, de classe média, uma visita à Islândia implica um custo considerável. Contudo, é um país único e vale a pena visitar. Há sempre supermercados e fast food mais barata. Em Reiquiavique é fácil encontrar. Tendo em conta esta limitação, é fortemente recomendável

Continue a ler

Jordânia – InfÚtil

A Jordânia é um destino turístico há vários anos.
 É um país preparado para a massificação do turismo, com estruturas adequadas para acolher visitantes com uma razoável relação preço/qualidade. Há alguma instabilidade em toda a região e a Jordânia também sofre algumas das consequências embora seja um destino relativamente seguro.
 A crise na Síria complicou um

Continue a ler

Japão

Japão – 1993 Durante o dia verificava-se um grande frenesim na cidade. Muitos carros e viadutos contornavam prédios enormes. Muita gente pelas ruas, essencialmente próximo das paragens de metro. No entanto, em algumas partes, o sossego era quase total. Pequenos parques ou jardins. À noite era mesmo possível ouvir cigarras. O maior problema foi a orientação.

Continue a ler

Coreia do Sul ainda tem o Paralelo 38

Visitei a Coreia do Sul em 1993. Numa visita de trabalho, como jornalista. Seul é uma cidade com muito calor e trânsito. Perde-se imenso tempo em filas. Prédios enormes servem de referência no meio de um ambiente difícil de decifrar.
 A paragem seguinte foi no Palácio Presidencial, Cheongwadae Um espaço calmo, fora do frenesim da

Continue a ler

Sri Lanka e a amante do governador

Era grande a nossa expectativa na visita ao Sri Lanka. As referências que nos foram dadas eram excelentes. Por outro lado, depois de uma viagem cansativa ao Nepal e Índia, escolhemos o Sri Lanka para descansar. Praia, comer e dormir. Em Dezembro de 1988 não foi bem assim. Além da permanente guerrilha dos Tamil, na

Continue a ler

Quando a China era analógica

A maior viagem à China que realizei, em Março de 1988, aos olhos de hoje, tem a virtualidade de ter descoberto um país que não tinha sido ainda atravessado pela onda de modernismo e abertura. A nível económico e de turismo.
A China que estava ainda fechada atrás da muralha.