Peru – InfÚtil

Como chegar: O mais comum, para os europeus e viajantes da América do Norte e Central é chegar de avião.
 O principal aeroporto é o Aeropuerto Internacional Jorge Chávez e fica a cerca de 10 km de Lima. Não é recomendável apanhar táxis no exterior. Segui a indicação que me foi dada e viajei no

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Islândia – InfÚtil

A Islândia apresenta um problema significativo que é o custo de vida. Para um europeu, de classe média, uma visita à Islândia implica um custo considerável. Contudo, é um país único e vale a pena visitar. Há sempre supermercados e fast food mais barata. Em Reiquiavique é fácil encontrar. Tendo em conta esta limitação, é fortemente recomendável

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Jordânia – InfÚtil

A Jordânia é um destino turístico há vários anos.
 É um país preparado para a massificação do turismo, com estruturas adequadas para acolher visitantes com uma razoável relação preço/qualidade. Há alguma instabilidade em toda a região e a Jordânia também sofre algumas das consequências embora seja um destino relativamente seguro.
 A crise na Síria complicou um

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Japão

Japão – 1993 Durante o dia verificava-se um grande frenesim na cidade. Muitos carros e viadutos contornavam prédios enormes. Muita gente pelas ruas, essencialmente próximo das paragens de metro. No entanto, em algumas partes, o sossego era quase total. Pequenos parques ou jardins. À noite era mesmo possível ouvir cigarras. O maior problema foi a orientação.

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Coreia do Sul ainda tem o Paralelo 38

Visitei a Coreia do Sul em 1993. Numa visita de trabalho, como jornalista. Seul é uma cidade com muito calor e trânsito. Perde-se imenso tempo em filas. Prédios enormes servem de referência no meio de um ambiente difícil de decifrar.
 A paragem seguinte foi no Palácio Presidencial, Cheongwadae Um espaço calmo, fora do frenesim da

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