Japão

Japão – 1993 Durante o dia verificava-se um grande frenesim na cidade. Muitos carros e viadutos contornavam prédios enormes. Muita gente pelas ruas, essencialmente próximo das paragens de metro. No entanto, em algumas partes, o sossego era quase total. Pequenos parques ou jardins. À noite era mesmo possível ouvir cigarras. O maior problema foi a orientação.

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Coreia do Sul ainda tem o Paralelo 38

Visitei a Coreia do Sul em 1993. Numa visita de trabalho, como jornalista. Seul é uma cidade com muito calor e trânsito. Perde-se imenso tempo em filas. Prédios enormes servem de referência no meio de um ambiente difícil de decifrar.
 A paragem seguinte foi no Palácio Presidencial, Cheongwadae Um espaço calmo, fora do frenesim da

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Sri Lanka e a amante do governador

Era grande a nossa expectativa na visita ao Sri Lanka. As referências que nos foram dadas eram excelentes. Por outro lado, depois de uma viagem cansativa ao Nepal e Índia, escolhemos o Sri Lanka para descansar. Praia, comer e dormir. Em Dezembro de 1988 não foi bem assim. Além da permanente guerrilha dos Tamil, na

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Quando a China era analógica

A maior viagem à China que realizei, em Março de 1988, aos olhos de hoje, tem a virtualidade de ter descoberto um país que não tinha sido ainda atravessado pela onda de modernismo e abertura. A nível económico e de turismo.
A China que estava ainda fechada atrás da muralha.

Venezuela, sem regresso….

A viagem para a Venezuela teve Havana como ponto de partida. Foi em Agosto de 1990. O voo da Viasa atrasou. Os cubanos demoravam em abastecer o avião com comida e partimos com uma hora de atraso, às 15h. Depois de escala em San Domingo, chegámos a Caracas próximo das 20h. O aeroporto era enorme.

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Filipinas

Filipinas 
Abril/Maio de 1988. Foi ao final da manhã que chegámos a Manila. Muito calor. Sentimos um bafo. A cidade é árida e torna-se ainda mais desconfortável com o barulho e o fumo dos carros e das motoretas. Fomos de autocarro até ao centro da cidade. Velho e pouco arejado. A camioneta que nos transportou

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