Museu da Marioneta e de todo o mundo

Ao passar a cortina e entrar na primeira galeria onde estão expostas as marionetas e as máscaras somos projetados para uma casa de histórias. Enredos que cada marioneta nos quer contar, significados do que ela representa e o impulso da nossa imaginação que lhe quer dar vida. O ambiente a meia luz favorece o nosso…

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Acenda-se a candeia de azeite que vai começar o espetáculo com os Bonecos de Santo Aleixo

Muito antes da caixa da televisão já havia a caixa dos bonecos de Santo Aleixo que entretinha muitas pessoas nas aldeias alentejanas. E tem muitas mais qualidades que a caixa de televisão. Tem música ao vivo, dança, cantares, diálogos musicados, sapateado e frenesim de bonecos, tem gente a falar com as marionetas e até tem…

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Trulé, trulé! Vem aí a magia dos Robertos e de Manuel Dias

Manuel Dias é muito versátil na arte das marionetas. Também um apaixonado pelo que faz. Constrói os bonecos e podemos vê-lo e ouvi-lo com os D. Roberto, no espetáculo Robertos, Viola e Campaniça, ou a manusear marionetas no La Minuta e, com imensa sensibilidade,  a dar vida e a “dialogar” com as marionetas num palco.…

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Menino Jesus da Cartolinha e de muitas lendas em Miranda do Douro

A figura do Menino Jesus da Cartolinha tem altar próprio na antiga Sé Catedral de Miranda do Douro, é adorado por muita gente e em agradecimento recebe muitas ofertas de peças de roupa. Quando se entra na enorme igreja está no lado direito, antes do altar-mor. O menino está em pé sobre uma base de…

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Pintar e cantar os Reis no concelho de Alenquer

Quem desconhece o motivo fica surpreendido. Percorremos algumas ruas onde todas as casas têm desenhos e siglas pintadas nas paredes próximo da porta de entrada. Em cerca de uma dezena de aldeia do concelho de Alenquer. Na verdade, quem conhece os códigos, fica a saber a caraterização de cada família. Diz José Barbieri que, por…

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A "valsa das vivas" com a Charola de Conceição de Faro

Uma manifestação popular associada à quadra natalícia no Algarve é desenvolvida pelas chamadas charolas e remontam à época medieval. Um grupo de pessoas com instrumentos musicais, um estandarte e num tom festivo sobressaem pelos seus cantares e efeitos decorativos. O nome de Charola tem a ver com o meio onde era transportado o menino e que…

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Cantar as janeiras na serra do Caldeirão e o presépio em cortiça de Cortelha

Andar em Janeiro ao final do dia a calcorrear a serra do Caldeirão não é fácil devido ao frio. O que vale ao grupo das janeiras é que existe o hábito de oferecer doces, aguardente de medronho ou um cálice de vinho do Porto. O que mais anima o grupo de janeiras da Associação dos…

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O Chocalheiro de Bemposta

O Chocalheiro de Bemposta é o diabo que sai à rua com uma máscara duas vezes por ano. É uma das Festas de Inverno de Trás os Montes e tem em Bemposta, no concelho de Mogadouro, particularidades únicas. Uma vez o diabo é bravo outra vez é manso. Em ambos os casos veste-se com um…

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Presépios de todo o Mundo

O presépio é uma das imagens mais associadas ao Natal. Não apenas em Portugal ou no resto da Europa. A iconografia do nascimento de Jesus Cristo encontra-se em todos os continentes. Em Évora há uma coleção que ilustra esta diversidade. Era hábito em muitas aldeias portuguesas as pessoas fazerem o seu presépio com musgo que…

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Festa dos Velhos de Bruçó

Dois casais colocam em alvoroço a aldeia de Bruçó na manhã do dia de Natal. Um casal de velhos e a Sécia e o marido. A Sécia, um homem vestido de mulher muito atrevida e exuberante, e intromete-se com outros homens. O marido veste um uniforme de soldado e tenta protegê-la das abordagens masculinas. Os quatro…

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Bolos do Cego – onde nasceu a torta de Azeitão e se comem os amores

Muita gente vai à Pastelaria Regional Cego, em Vila Nogueira de Azeitão, à descoberta do local onde nasceu a torta de Azeitão. O problema é depois escolher porque entretanto, surgem os amores e os mémés. “O que tem tido mais impacto é o mémé”, uma recriação de José Augusto Pinto, proprietário da pastelaria há 44 anos.…

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Um Natal solidário com o bolo "russo" da Casa de Chá de Santa Isabel

O espírito do Natal é sublinhado na proposta de hoje. Para a mesa de Natal sugerimos muito mais do que um bolo. Também um gesto de solidariedade. O bolo chama-se russo mas é diferente do que é produzido nas pastelarias. Na descrição de Rita Assunção, “é um bolo de amêndoa e noz e recheado de…

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As filhós da ti Raquel são as mais conhecidas da serra do Caldeirão

Cortelha é uma pequena aldeia do concelho de Loulé, na serra do Caldeirão. Dois produtos naturais marcam a economia e a gastronomia local: o mel e o medronho. A aguardente de medronho tem grande saída agora no Natal. É costume oferecerem um copo de aguardente quando parte do Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão vai…

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Casa dos Doces Conventuais de Arouca

O Mosteiro de Santa Maria de Arouca foi durante sete séculos da Ordem de Cister e exclusivamente feminino. Mesmo em frente do edifício, do outro lado da rua,  encontramos o legado doce do Mosteiro, na Casa dos Doces Conventuais de Arouca. “Comercializamos de momento sete doces conventuais. O pão de S. Bernardo, morcelas doces, castanhas doces,…

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Os amigos de Peniche

O roteiro é doce e com história. Envolve ingleses e os penichenses. Como estamos em Peniche o esperado é começarmos pelas sardinhas. Mas, desenganem-se, são doces. Por isso, vamos primeiro aos doces regionais que são à base de amêndoa e os mais antigos e mais vendidos são os penichenses. Diz Alberto Cruz, proprietário da Pastelaria…

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Popias alentejanas

Um dos doces regionais do Alentejo mais simples de fazer e que casa bem com um café ou um chá são as popias. Os ingredientes base são a habitual farinha de trigo e a massa leva um pouco de vinho branco. Tem um formato de argola. Encontramos no Alentejo com uma grande diversidade de sabores.…

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A “Torre de Pisa” na Igreja de Foz Côa

Com algum carinho dizem que o interior da igreja Matriz de Vila Nova de Foz Côa os pilares têm um difícil equilíbrio como a torre de Pisa. De fato, estranha-se como as altas colunas de granito conseguem manter o teto do templo devido à grande inclinação. Colocados numa das filas das colunas reparamos bem como…

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A monumentalidade da monumental Sé da Guarda

Tudo o que diga respeito à Sé Catedral da Guarda é sempre associado a monumentalidade. Da dimensão do edifício, da afirmação do poder, da fé, da arte, da Igreja que teve aqui uma das maiores dioceses. Também do século e meio que levou a construir. A primeira pedra foi em 1390 e foi concluída em…

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