Os manipuladores do nosso encanto pelas S.A. Marionetas

Há 22 anos que andam a manipular. Manipulam bonecos, sentimentos, vozes e silêncios. Tudo para que quem assiste aos espetáculos seja envolvido na magia de dar vida aos bonecos. Além da sua materialidade, nós projetamos afetos e partilhamos as emoções. Só é preciso entrar no mundo da fantasia. Do ponto de vista técnico, Sofia Vinagre, um dos membros da S.A. Marionetas, cita o olhar de … Continue a ler Os manipuladores do nosso encanto pelas S.A. Marionetas

Carlos Marques – o contador de histórias irrepetíveis

Carlos Marques é um dos vários andarilhos que anda pelo país a contar histórias. Entra em cena como se tratasse de uma conversa de café, com amigos, vai perguntando a cada um coisas da vida mundana, mas é um jogo, uma técnica de sedução que pratica em “bibliotecas, festivais, encontros, teatros, salas de espetáculo…”. A solo ou em conjunto com “a companhia de teatro Algures, … Continue a ler Carlos Marques – o contador de histórias irrepetíveis

Lua Cheia de histórias

A Lua Cheia há 22 anos que nos embala com histórias em particular para crianças. Histórias contadas em narração oral ou em peças de teatro onde é frequente o recurso a marionetas. Diz Maria João Trindade, atriz e diretora artística da Lua Cheia, que “desde o início que nós gostamos de fazer este trabalho misto, de ator e marioneta. Trabalhamos também muito para a criança, … Continue a ler Lua Cheia de histórias

Museu da Marioneta e de todo o mundo

Ao passar a cortina e entrar na primeira galeria onde estão expostas as marionetas e as máscaras somos projetados para uma casa de histórias. Enredos que cada marioneta nos quer contar, significados do que ela representa e o impulso da nossa imaginação que lhe quer dar vida. O ambiente a meia luz favorece o nosso encontro com cada uma das marionetas, que são muitas, e … Continue a ler Museu da Marioneta e de todo o mundo

Acenda-se a candeia de azeite que vai começar o espetáculo com os Bonecos de Santo Aleixo

Muito antes da caixa da televisão já havia a caixa dos bonecos de Santo Aleixo que entretinha muitas pessoas nas aldeias alentejanas. E tem muitas mais qualidades que a caixa de televisão. Tem música ao vivo, dança, cantares, diálogos musicados, sapateado e frenesim de bonecos, tem gente a falar com as marionetas e até tem cheiro. Os mais de 60 bonecos deslumbram assistências mesmo em … Continue a ler Acenda-se a candeia de azeite que vai começar o espetáculo com os Bonecos de Santo Aleixo

O teatro e o convento de Alenquer

O Convento de S. Francisco fica no alto de Alenquer. É um edifício grande, com a melhor vista da vila e no interior destaca-se o claustro com um pórtico de estilo manuelino. Está classificado como Monumento Nacional. É a entrada para a Sala do Capítulo e o pórtico tem figuras em pedra que representam plantas e vários animais: pássaros, leões e bambinos.As longas arcadas de … Continue a ler O teatro e o convento de Alenquer

As chaminés são muito grandes comparadas com as casas

O azul de Santa Susana

Santa Susana tem uma dezena de ruas, está relativamente isolada no concelho de Alcácer do sal e situa-se num antigo monte alentejano. A herdade recebeu há cerca de um século vários trabalhadores agrícolas que viviam temporariamente em casas gémeas. Todas iguais. Alguns ficaram por aqui e o monte alargou a urbanização e ganhou novo estatuto. Também permaneceu a arquitetura rural alentejana que no caso de Santa … Continue a ler O azul de Santa Susana

As Capuchinhas da serra de Montemuro

Na serra de Montemuro uma das peças de vestuário tradicional é a capucha. Uma capa que tem um capuz, é solta e feita em burel. É ainda usada pelos montemuranos, na parte Norte do concelho de Castro Daire. Cristina Gomes, do turismo de Castro Daire refere ainda que a capucha não é apenas usada no inverno. É também no verão. A capa protege do frio … Continue a ler As Capuchinhas da serra de Montemuro

Descobrir a paisagem, a capuchinha e o teatro na serra de Montemuro

O propósito é descobrir a enigmática serra de Montemuro através de trilhos que nos levam também a aldeias onde se fazem festivais de teatro. A serra de Montemuro chega aos 1.380 metros de altitude e funciona como uma pirâmide que separa o litoral do interior e o Norte do Centro de Portugal Continental. É granítica, distante e imponente em alguns locais. Noutros abraça o rio … Continue a ler Descobrir a paisagem, a capuchinha e o teatro na serra de Montemuro

Os contadores de histórias de Montemuro

No alto da serra de Montemuro está um teatro. É o palco dos contadores de histórias que há 20 anos só têm uma preocupação: contar uma boa história O palco principal da companhia de Teatro Regional da Serra de Montemuro é em Campo Benfeito numa sala completamente diferente dos espaços urbanos convencionais. Mas também pode ser em qualquer outro lugar porque são uma companhia itinerante. … Continue a ler Os contadores de histórias de Montemuro

Uma viagem à Serra de Montemuro para ir ao teatro

A proposta é de uns dias de férias na Serra de Montemuro e assistir a um festival de teatro, entre 12 e 19 de Agosto. O Festival Altitudes faz jus ao seu nome, tem lugar no alto da Serra de Montemuro, num lugar chamado de Campo Benfeito.  Convém ver no mapa. A referência é Castro Daire. A iniciativa é da Companhia do Teatro Regional da Serra … Continue a ler Uma viagem à Serra de Montemuro para ir ao teatro

Cabanas de Viriato é de homens de fibra

Um deles é uma lenda. Terá sido aqui que Viriato se refugiou dos romanos, dando sequência ao seu lema: se não podemos vencê-los pela força, vencê-los-emos pela astúcia. Não há qualquer evidência de que o herói lusitano tenha estado em Cabanas, mas ficou no brasão da vila e o lema foi adotado pelo povo que revela um espírito lutador. Outro exemplo, este bem real, é … Continue a ler Cabanas de Viriato é de homens de fibra