Meitriz e a praia fluvial de Além Barco nas terras de ninguém de Arouca

Ponto prévio: é preciso esquecer mapas, gps… e confiar na estrada, que nos vai levar a algum lado. Estamos nos confins de serras e lugares sem gente e o importante é desfrutar do devir, da paisagem selvagem.Percorrem-se quilómetros sem se ver gente, sem carros, a vista está despoluída. Somos esmagados pela Natureza.Andamos entre a serra de Montemuro e da serra da Arada, pelo territóio do … Continue a ler Meitriz e a praia fluvial de Além Barco nas terras de ninguém de Arouca

Praia fluvial de Valhelhas: a banhos na serra da Estrela

A caminho de Manteigas, numa das entradas da serra e já com a altitude nos 521 metros, vamos refrescar-nos no meio da natureza. A praia fluvial de Valhelhas é das primeiras a tirar proveito da frescura das águas do Zêzere. O rio aqui ainda é jovem. A nascente fica um pouco mais acima, não muito longe. Um pequeno dique agiganta o ligeiro curso do Zêzere e … Continue a ler Praia fluvial de Valhelhas: a banhos na serra da Estrela

O gracioso Cromeleque de Vale Maria do Meio

O Cromeleque de Vale Maria do Meio é um lugar onde podemos sorrir e ficar serenos com a história dos nossos antepassados. Um passado longínquo. Há 7 a 8 mil anos. Alguns dos 34 menires do cromeleque têm um aspeto gracioso, outros são mais pequenos e com formas distintas e na região de Évora até são conhecidos como pedras talhas devido à forma ovóide. O … Continue a ler O gracioso Cromeleque de Vale Maria do Meio

Uma Gargantada de aquedutos

O aqueduto da Gargantada “dá nas vistas” à entrada da Amadora mas é obrigatório descobrir o ponto de partida, em Belas. Pelo enredo “hidráulico”. Em primeiro lugar a estrada chama-se das “Águas Livres”. Depois, o roteiro é aparentemente simples, seguir o aqueduto da Gargantada até ao Palácio de Queluz, mas é muito enganador. Encontramos um reservatório em pedra, com uma cobertura arredondada e bem preservada apesar … Continue a ler Uma Gargantada de aquedutos

Aqueduto das Águas Livres tem o maior arco de pedra em ogiva do mundo

O Aqueduto das Águas Livres foi construído tardiamente, rapidamente se percebeu que era insuficiente para resolver o problema da falta de água em Lisboa, mas é uma das obras que marca a cidade. A monumentalidade em Alcântara é esmagadora. Os arcos atravessam o vale numa extensão de 940 metros e, conforme salienta Mariana Castro Henriques, diretora do Museu da Água, “sem dúvida que a zona … Continue a ler Aqueduto das Águas Livres tem o maior arco de pedra em ogiva do mundo

O belo e monumental aqueduto da Amoreira em Elvas

Poucas construções em Portugal marcam tanto a imagem de uma cidade como o aqueduto da Amoreira em Elvas.Disputa a atenção na paisagem urbana com fortes e muralhas. No vale de S. Francisco torna-se absolutamente dominante porque os arcos ultrapassam os 30 metros de altura.São, a par do Forte da Graça que se ergue vigilante num dos montes que rodeia a cidade, a esplendorosa receção aos visitantes … Continue a ler O belo e monumental aqueduto da Amoreira em Elvas

A porta da casa é no Aqueduto de Évora

O aqueduto de Évora está quase a fazer 500 anos e ainda transporta água quase até à cidade. É uma das obras monumentais da cidade e foi apropriado pelo casario, essencialmente num dos lugares simbólicos: na rua do Cano.O aqueduto da Água de Prata foi inaugurado em Março de 1537 e transportou água até à Praça do Geraldo ainda no século XX. Conforme refere o arquiteto … Continue a ler A porta da casa é no Aqueduto de Évora

Almeida – a fortaleza do tempo

Almeida mantém-se como uma vigorosa fortaleza.  No passado, a estrutura em hexágono protegia da guerra, dos invasores espanhóis e franceses. Hoje, a muralha preserva a identidade e um fabuloso património.Almeida fica numa zona plana e só temos uma perceção clara da vila quando nos aproximamos da praça-forte.As elevações, os canhões, o enorme fosso… remetem-nos de imediato para a ideia de que estamos perante algo imponente. Essa … Continue a ler Almeida – a fortaleza do tempo

Marvão a vila fortaleza

Marvão não tem uma fortaleza. O próprio local já é uma fortaleza! Está no topo de um monte com 860 metros de altitude e com encostas escarpadas. Rochas enormes em posição vertical e que foram muito mais eficazes que as construções defensivas.A fortaleza é em primeiro lugar uma obra da natureza. As enormes muralhas que cercam Marvão são um complemento defensivo para a população que … Continue a ler Marvão a vila fortaleza

Elvas “a chave do reino”

Elvas tem o maior sistema de defesa com baluartes do Mundo e, recorrendo a uma metáfora, podemos dizer que é uma cidade à prova de bala ou a tiro de canhão. Na ficção científica, seria “a base da Guerra das Estrelas”. Passo a citar que conhece bem a cidade, Margarida Ribeiro:  “Elvas é uma cidade quartel. Não é um quartel. É a cidade. Toda a … Continue a ler Elvas “a chave do reino”

Torre da Paz de Benfeita dá hoje 1620 badaladas – II Grande Guerra terminou há 75 anos

O fim da II Guerra Mundial é todos os anos evocado em Benfeita, uma aldeia do concelho de Arganil. Foram 1620  os dias da Segunda Grande Guerra e são também 1620 as badaladas que são tocadas um pouco antes das 15h na Torre da Paz, uma estrutura de xisto que se destaca no meio da encosta da serra do Açor e que foi construída para … Continue a ler Torre da Paz de Benfeita dá hoje 1620 badaladas – II Grande Guerra terminou há 75 anos

A estátua que abraça Portugal e Brasil

A estátua do Cristo Redentor, no morro Corcovado, no Rio de Janeiro, é um dos símbolos do Brasil e foi adotado por muitos portugueses. Encontramos imagens semelhantes em regiões portuguesas de forte emigração para o Brasil e, claro, o Cristo Rei em Lisboa. Foi uma iniciativa do cardeal Cerejeira inspirada numa visita ao Rio de janeiro em 1934. Esta relação faz com que muitos brasileiros … Continue a ler A estátua que abraça Portugal e Brasil