Austrália – InfÚtil

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É uma viagem que convém planear. Em particular visto e voos internos.

Como chegar:
Pode ser num cruzeiro, mas o mais comum é de avião.
São várias as companhias aéreas que transportam passageiros para a Austrália.
No meu caso, fiz escala na Malásia e fiz o voo numa companhia low cost, a Tiger Airways entre Kuala Lumpur e Sydney. O regresso foi por Perth.
Todos os aeroportos internacionais têm transportes públicos. Recorri sempre ao táxi e não era caro.
Como é habitual em territórios sem fronteiras terrestres, há limitações à entrada de alguns produtos frescos como vegetais, fruta, ovos, carne…
Todos os aeroportos têm casas de câmbio e ATMs.

Vistos:
A Austrália tem a particularidade de ter um sistema eletrónico de vistos para turistas e não nas embaixadas ou postos consulares.
 O serviço é gratuito e aplica-se, por exemplo a pessoas com passaporte da União Europeia, Andorra, Islândia, Liechtenstein, Mónaco, Noruega, São Marino, Suiça ou Cidade do Vaticano. Mais informação aqui
O formulário do EVisa pode ser obtido aqui
Foi demorado o serviço de atendimento alfandegário no aeroporto de Sydney

Viagens domésticas:
Próximo das cidades há excelentes redes de transportes coletivos.
No interior das cidades alguns troços são gratuitos.
Para deslocações mais longas é adequado alugar carro mas, se não tiver muito tempo, esqueça viajar entre as maiores cidades. O mapa engana, as distâncias são enormes.
O mais simples é planear com alguma antecedência os voos domésticos. Estas são as principais companhias áreas. Usei a Jetstar e Tiger Airways.
Serviço básico e mais barato que as outras (Virgin Blue e Qantas Domestic) companhias aéreas que consultei.

Há ainda a possibilidade de viajar de comboio. São viagens interessantes, há comboios expresso entre as maiores cidades mas nem sempre com acesso fácil a lugares mais remotos como é o caso do Uluru no Red Center, onde é mais fácil ir de avião a Alice Springs ou Ayers Rock. Se tiver tempo (3 dias), a alternativa do mítico Ghan é de avaliar.
De carro, demora-se muito mais tempo e parte da viagem é sem rede de telemóvel ou acesso a qualquer tipo de ajuda em caso de necessidade.

Atenção que a Austrália tem vários fusos horários e há uma diferença de 2h entre a costa Este e Oeste..


Quando ir:
Depende do local para onde quer ir. Por exemplo, se for para o interior desértico o verão não é a melhor altura. O norte é mais tropical mas o tempo varia muito, consoante a região.
A Austrália tem quatro estações, em tempos opostos ao do hemisfério norte.
Proteção solar e uma capa para chuva são recomendáveis.

Alojamento:
Há para várias carteiras e é mais caro do que na Ásia.
 Andei por hotéis e o que teve a melhor relação preço/qualidade foi o Miami Hotel em Melbourne, o mais modesto de todos. Ficar no Íbis de Sydney, com uma diária superior a 100 euros e nem sequer ter wifi gratuita….!

Saúde:
Não há recomendações médicas especiais.
Ver TravelHealthPro

Ver ainda:
Sydney é um postal ilustrado

Fomos à Ópera de Sydney

O charme de Melbourne

O affaire em Perth

Um café expresso em Fremantle

Galeria de Fotos

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