Camões Tours

Centenas de turistas entram todos os dias num dos postais ilustrados de Lisboa e que exalta a epopeia dos Descobrimentos. Logo na entrada da Igreja de Santa Maria de Belém estão dois túmulos, um em cada lado da coxia central, que são símbolos maiores de um dos períodos áureos de Portugal. Camões e Vasco da Gama…

Ler Mais

Camões em Lisboa: da tortura no Tronco ao enigma de Sant’Ana

Três lugares de Lisboa marcam a vida de Camões e constituem histórias incertas e interessantes. Comecemos pelo Rossio, por uma vulgar briga para a época que meteu espadas e alguns homens que queriam mostrar a sua valentia. Foi em 16 de Junho de 1552 e Camões, que tinha fama de quezilento, também se envolveu e…

Ler Mais

Nem a morte serenou a amada de Camões

É na igreja do Convento do Beato  que estão os restos mortais de Violante Andrade, a ama por quem Camões se apaixonou e que lhe marcou a vida. Fica na Alameda do Beato, em Lisboa. Violante Andrade era casada com o Conde de Linhares e, na interpretação de José Hermano Saraiva, teve um caso amoroso…

Ler Mais

O retrato da apaixonada de Camões

Violante, uma das paixões de Camões, era loura e o seu retrato está num quadro na capela da Santa Casa da Misericórdia de Algodres. Violante Andrade era uma falsa loura como na altura era moda na corte. Segundo a interpretação de José Hermano Saraiva, podemos conhecer a ama e a amada de Camões numa pintura…

Ler Mais

Constância a Vila Poema de Camões

Camões antes de ir para Ceuta terá estado em Constância. Na sua poesia fala no Tejo e no Zêzere. O degredo teria sido na Casa dos Arcos que fica mesmo em frente da confluência dos dois rios. José Hermano Saraiva, por sua vez, estava convencido que foi nas masmorras do antigo castelo de Punhete. Era…

Ler Mais

A arte das tesouras de Mateus Miragaia

Mateus Miragaia é o único ferreiro que em Portugal ainda faz tesouras de  tosquia. A produção é diminuta, mas isso não esmorece o seu espírito de humor e o prazer de mostrar como se domina o fogo e os metais. Estamos mesmo ao lado da forje do ferreiro, num anexo da casa de Mateus Miragaia…

Ler Mais

Capa de Honras e da identidade mirandesa

Um dos ícones de Trás os Montes é a Capa de Honras Mirandesa. Não é uma peça de vestuário comum. Tem uma forte carga simbólica. “É uma honra ser recebido com uma capa de honras e é uma honra vesti-la. A Capa de Honras honra quem a veste e quem é recebido com ela. Honra…

Ler Mais

Capote alentejano – um dos ícones do Alentejo

O uso do capote está de novo na moda. Ultrapassa identidades regionai, ganhou urbanidade e passagem por ruas de capitais europeias. Até o Papa já tem um. É todo branco e foi-lhe oferecido este ano pelo presidente da Câmara de Monforte. O capote deixou o exclusivo dos montes alentejanos adquiriu também novo estatuto social. “Muitos compradores…

Ler Mais

Traje de pastor da serra da Estrela

O burel reinventou-se e conquistou lugar na passerelle da moda. A matéria prima é a lã de ovelhas bordaleiras da serra da Estrela e a peça de roupa mais tradicional é a capa do pastor. É de origem medieval. A capa é feita de burel e o capuz é em bico para ajudar a escorrer…

Ler Mais

Queijo serra da Estrela

No universo rural fecha-se agora um ciclo. Com a apanha da azeitona, por estes dias, encerram as colheitas e faz-se uma pausa. Na pastorícia é diferente. Começam agora as melhores pastagens que num passado não muito distante eram aproveitadas por pastores com rebanhos muito grandes. Após um profundo abandono desta atividade há quem queira retomar…

Ler Mais

Centro de ciência e história do café que “anda ligada com Campo Maior”

“As pessoas sabem que café, Campo Maior e Espanha está tudo ligado.” A frase é de Catarina Balseiro do Centro de Ciência do Café. Eu acrescento um rosto a esta trilogia. A do comendador Rui Nabeiro. O Centro de Ciência do Café é em primeiro lugar um legado pessoal, um testemunho do homem que criou um…

Ler Mais

A ameixa de Elvas (e o sericaia)

Há um doce que entra na mesa de Natal e que, felizmente, podemos saborear quase todo o ano acompanhado de sericaia. É a ameixa de Elvas. A ameixa Rainha Cláudia em calda, seguindo uma receita conventual e que remonta ao século XVI. A ameixa tem o nome da mulher do rei francês Francisco I e…

Ler Mais

Lampantana “cuisine”

Em Mortágua a gastronomia vai ao forno com a História e resulta um prato mais apreciado pelo sabor do que pela veracidade do tempero. O contexto histórico são as Terceiras Invasões Francesas e a passagem no concelho de vários exércitos. “A partir de do dia 22 de Setembro de 1810 passaram as tropas francesas a…

Ler Mais

As hortas do planalto mirandês

Uma viagem pelo planalto da Terra de Miranda projeta-nos a memória de espaços rurais com parcelas agrícolas e as pequenas hortas junto às casas no interior das aldeias. Um exemplo que permanece até aos dias de hoje é em Picote. O cuidado na delimitação das pequenas parcelas, o terreno limpo e a vitalidade dos vegetais…

Ler Mais

Mario Estanislau – a arte de construir e tocar gaita de foles

A gaita-de-foles tem um som único. O fole dá magia ao ar e uma identidade inconfundível. Em Portugal há cada vez mais gente a tocar. Um processo que ganhou uma nova dinâmica há duas décadas ao reunir vários entusiastas e deu origem à Associação para o Estudo e Divulgação da Gaita-de-foles. Um deles foi Mário…

Ler Mais

Ângelo Arribas de músicas

Ângelo Arribas vive na Freixiosa, no concelho de Miranda do Douro, e é uma das pessoas mais conhecidas da música tradicional mirandesa. Toca e constrói instrumentos na sua pequena oficina, “aqui é onde passo os meus bocados. Onde faço as minhas flautas, caixas, bombos, tamboris, gaitas de foles, castanholas, paus de pauliteiro…” A listagem revela…

Ler Mais

Viola beiroa e das curvas perfeitas

Tem o nome de viola beiroa porque os últimos registos e a sua revitalização têm lugar essencialmente nos concelhos de Castelo Branco e Idanha a Nova. Em Castelo Branco há a Orquestra da Viola Beiroa e Idanha tem uma oficina de música tradicional que pertence à Filarmónica Idanhense onde se ensina a tocar e a…

Ler Mais

Adufe – sonoridades do genuíno e das caricas

O adufe tem uma sonoridade singular e em conjunto com o seu aspeto rustico ganhou uma identidade muito própria. É um instrumento musical muito associado à música tradicional das regiões de fronteira desde que há o seu registo em Portugal e que já ultrapassa um milénio. Onde o adufe está mais enraizado é no concelho…

Ler Mais