O rio Nabão nasce um pouco antes de Ansião numa zona calcária e, por isso, é muito imprevisível. “Dá nas vistas” quando chove muito. Em muitos outros dias corre discretamente pela zona cársica. O Nabão é um rio de extremos. Um pouco depois da nascente podemos observar que “quando é na altura das chuvas, por … Continue a ler A nascente imprevisível do rio Nabão
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Tem alguma camélia com o nome da sua família? Esta é a altura de vermos a floração
Estamos na época do ano em que as camélias florescem e de nos deslumbrarem com uma grande variedade de cores. Há pouco mais de um século era chique ter o nome associado a uma espécie de camélia. No Jardim das Camélias, no Parque da Pena, em Sintra, encontramos uma enorme coleção. Em 2014 foi distinguido … Continue a ler Tem alguma camélia com o nome da sua família? Esta é a altura de vermos a floração
Antiga cadeia de Lagos é um espaço de liberdade criativa
De uma prisão se fez liberdade. Até a solitária da antiga cadeia de Lagos é espaço para criatividade. Cada uma das 15 celas, distribuídas por dois pisos, foi transformada num atelier e a penumbra ganhou vida com experiências artísticas. Esta sexta feira e no sábado decorre o LAC Dia Aberto, uma boa oportunidade para descobrir … Continue a ler Antiga cadeia de Lagos é um espaço de liberdade criativa
Aprender música nas celas de uma antiga prisão em Arganil
O ambiente que impunha a solidão dos presos, nas antigas instalações da GNR de Arganil, ajuda agora os jovens a concentrarem-se na aprendizagem de música. As celas são espaços pequenos. As grades de ferro continuam nas janelas e as paredes estão forradas com cortiça para ajudar na acústica de quem está a aprender a tocar … Continue a ler Aprender música nas celas de uma antiga prisão em Arganil
Torres Vedras: antigo matadouro é centro de artes e criatividade
O Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras é uma boa metáfora de como se transforma a morte em vida.Como um antigo matadouro, concebido no final do século XIX, se transformou em espaço de criatividade e até de manifestação de alegria com uma exposição permanente dedicada ao carnaval. O Centro de Artes e Criatividade … Continue a ler Torres Vedras: antigo matadouro é centro de artes e criatividade
Évora: matadouro centenário que Pó de Vir a Ser
O “matadouro passou a criadouro”. A expressão é de Mariana Mata Passos, dirigente da associação Pó de Vir a Ser, e espelha o resultado da transformação de um matadouro centenário em Évora num espaço de criação. A mudança foi em 1986 quando o conjunto de edifícios estava devoluto. O Matadouro é de finais do século … Continue a ler Évora: matadouro centenário que Pó de Vir a Ser
Braga: a confecionar Frigideiras desde 1796
A frigideira é um pastel de massa folhada, redondo, com recheio de carne picada. A cobertura, estaladiça porque ligeiramente tostada, esconde uma receita típica da cidade de Braga e cuja origem é atribuída à Frigideiras do Cantinho. A Frigideiras do Cantinho foi fundada em 1796. Isaura Rocha, agora proprietária, trabalhou na casa durante 70 anos … Continue a ler Braga: a confecionar Frigideiras desde 1796
“Quem come um folhado de Loulé fica feliz para o resto da semana”
A frase do título é de um cliente habitual dos folhados de Loulé. Quando estávamos “embriagados” pelo aroma do doce acabado de fazer. O creme de ovos a derreter também derretia o nosso apetite. O folhado de Loulé deve ser comido morno, por isso, tem hora marcada. A tabuleta colocada na rua indica que no … Continue a ler “Quem come um folhado de Loulé fica feliz para o resto da semana”
As tradicionais e saborosas queijadas de Serpa
As queijadas fazem parte da doçaria tradicional alentejana, em especial de Serpa. O sabor das queijadas é suave como também o tom da cor amarela que cativa o nosso olhar. Há várias formas de confecionar e é possível encontrar quem faça de modo tradicional. Maria Guerreiro, que tem uma loja de produtos regionais, a Casa … Continue a ler As tradicionais e saborosas queijadas de Serpa
Gamelinha de Góis – um dos doces da Nacional2
A Gamelinha de Góis tem um recheio saboroso, não é muito doce e a cor amarela cativa de imediato o nosso olhar. Tem a forma de uma gamela e está associada a costumes e tradições locais. Diz Cassiana Pinheiro que o “sabor é parecido com o de uma queijada. Tem a parte de fora um … Continue a ler Gamelinha de Góis – um dos doces da Nacional2
Farinha Torrada e calórica de Sesimbra
A farinha torrada é um doce típico de Sesimbra. É mais adequado para gulosos e para quem precisa de calorias. Já percorre mundo. A cor castanha do chocolate, a textura rija e a durabilidade transformam a farinha torrada numa barra energética (tem a forma de um quadrado) cuja origem deve remontar ao final do século … Continue a ler Farinha Torrada e calórica de Sesimbra
Uma “bomba” de Palha de Abrantes
É palha, mas não são apenas os burros que gostam. Todos gostam, desde que sejam gulosos. A receita é de origem conventual, tem cerca de 500 anos, e o doce é irresistível. Daniel António é há cerca de 60 anos o proprietário da Confeitaria Palha de Abrantes, situada no centro histórico. “É a mais antiga em … Continue a ler Uma “bomba” de Palha de Abrantes
A gulodice suprema: Dom Rodrigo
A escolha é para gulosos. Muito gulosos. Os Dom Rodrigo são uma perdição. Ovos e amêndoa são o sabor dominante e junta-se a cor e o brilho que os tornam irresistíveis. A Pastelaria Gardy, em Faro, é uma das que tem maior reputação na confecção do doce. Os Dom Rodrigo são de origem conventual, fazem … Continue a ler A gulodice suprema: Dom Rodrigo
A tentação das Brisas do Liz em Leiria
A Brisa do Liz é um doce típico de Leiria. Bem doce. A cor amarela e o brilho cativam o olhar. O sabor suave a amêndoa partilha o paladar com os ovos numa doce harmonia. É difícil resistir à gulodice provocada pelas Brisas do Lis, em particular para os gulosos. O sabor doce permanece no … Continue a ler A tentação das Brisas do Liz em Leiria
