A Islândia apresenta um problema significativo que é o custo de vida. Para um europeu, de classe média, uma visita à Islândia implica um custo considerável. Contudo, é um país único e vale a pena visitar. Há sempre supermercados e fast food mais barata. Em Reiquiavique é fácil encontrar. Tendo em conta esta limitação, é fortemente recomendável … Continue a ler Islândia – InfÚtil
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Jordânia – InfÚtil
A Jordânia é um destino turístico há vários anos. É um país preparado para a massificação do turismo, com estruturas adequadas para acolher visitantes com uma razoável relação preço/qualidade. Há alguma instabilidade em toda a região e a Jordânia também sofre algumas das consequências embora seja um destino relativamente seguro. A crise na Síria complicou um … Continue a ler Jordânia – InfÚtil
Maldivas por acaso
Estive duas vezes nas Maldivas e ambas de improviso. A primeira foi numa escala da Singapura Airlines, talvez em 1987. Não fazia a mais pequena ideia de que parava em Malé. Fantástica a experiência de aterrar numa ilha em que se vê apenas mar de um lado e doutro do avião. Pouco antes da aterragem … Continue a ler Maldivas por acaso
Japão
Japão - 1993 Durante o dia verificava-se um grande frenesim na cidade. Muitos carros e viadutos contornavam prédios enormes. Muita gente pelas ruas, essencialmente próximo das paragens de metro. No entanto, em algumas partes, o sossego era quase total. Pequenos parques ou jardins. À noite era mesmo possível ouvir cigarras. O maior problema foi a orientação. … Continue a ler Japão
Coreia do Sul ainda tem o Paralelo 38
Visitei a Coreia do Sul em 1993. Numa visita de trabalho, como jornalista. Seul é uma cidade com muito calor e trânsito. Perde-se imenso tempo em filas. Prédios enormes servem de referência no meio de um ambiente difícil de decifrar. A paragem seguinte foi no Palácio Presidencial, Cheongwadae Um espaço calmo, fora do frenesim da … Continue a ler Coreia do Sul ainda tem o Paralelo 38
Esqueces o Nepal?
A viagem ao Nepal foi em dezembro de 1988. É uma das viagens inesquecíveis. Percorremos a região de Kathmandu e fomos até ao Sul, próximo da Índia, a Chitwan: onde os rinocerontes vão roubar cenouras
Sri Lanka e a amante do governador
Era grande a nossa expectativa na visita ao Sri Lanka. As referências que nos foram dadas eram excelentes. Por outro lado, depois de uma viagem cansativa ao Nepal e Índia, escolhemos o Sri Lanka para descansar. Praia, comer e dormir. Em Dezembro de 1988 não foi bem assim. Além da permanente guerrilha dos Tamil, na … Continue a ler Sri Lanka e a amante do governador
Quando a China era analógica
A maior viagem à China que realizei, em Março de 1988, aos olhos de hoje, tem a virtualidade de ter descoberto um país que não tinha sido ainda atravessado pela onda de modernismo e abertura. A nível económico e de turismo. A China que estava ainda fechada atrás da muralha.
Cuba antes do boom turístico
O bilhete ida e volta custou 120 contos, qualquer coisa como 600 euros. Era o único documento e à nossa espera em Havana estaria alguém da agência oficial de turismo. Nada mais. O resto foi andar à deriva, ou melhor, durante muitos dias, sob controle das autoridades turísticas. Seis da manhã foi a hora da … Continue a ler Cuba antes do boom turístico
Venezuela, sem regresso….
A viagem para a Venezuela teve Havana como ponto de partida. Foi em Agosto de 1990. O voo da Viasa atrasou. Os cubanos demoravam em abastecer o avião com comida e partimos com uma hora de atraso, às 15h. Depois de escala em San Domingo, chegámos a Caracas próximo das 20h. O aeroporto era enorme. … Continue a ler Venezuela, sem regresso….
Filipinas
Filipinas Abril/Maio de 1988. Foi ao final da manhã que chegámos a Manila. Muito calor. Sentimos um bafo. A cidade é árida e torna-se ainda mais desconfortável com o barulho e o fumo dos carros e das motoretas. Fomos de autocarro até ao centro da cidade. Velho e pouco arejado. A camioneta que nos transportou … Continue a ler Filipinas
