Manuel Dias é muito versátil na arte das marionetas. Também um apaixonado pelo que faz. Constrói os bonecos e podemos vê-lo e ouvi-lo com os D. Roberto, no espetáculo Robertos, Viola e Campaniça, ou a manusear marionetas no La Minuta e, com imensa sensibilidade, a dar vida e a “dialogar” com as marionetas num palco. … Continue a ler Manuel Dias e “o sopro que dá vida aos bonecos”
A diversão da magia de Vitor Costa e dos Robertos Santa Bárbara vai fazer um século
Vitor Costa é o único bonecreiro de teatro popular de marionetas, Dom Roberto, que dá continuidade à tradição familiar. Um legado que se aproxima de um século. A aprendizagem no seio da família, com a transmissão de conhecimento de geração para geração “vem do avô dos meus irmãos que passou para o meu pai e … Continue a ler A diversão da magia de Vitor Costa e dos Robertos Santa Bárbara vai fazer um século
Rrraios te partam! Os Dom Roberto são património nacional há 1 ano
Os Dom Roberto, os bonecos tradicionais portugueses, de cabeça de madeira, com voz estridente e carregada de erres, são património nacional há um ano. No sábado passado, 16 de Junho, fez um ano que esta forma popular de teatro de marionetas ficou registado no Inventário Nacional de Património Imaterial. https://youtu.be/fRlTK4tjGs8 Foi preciso muita palheta., mais … Continue a ler Rrraios te partam! Os Dom Roberto são património nacional há 1 ano
Maranho da Sertã:quem gosta é para sempre
Começa hoje o Festival do Maranho da Sertã. Uma oportunidade para se provar um prato regional com ingredientes e um modo muito particular de confecionar em que o recheio é colocado dentro do revestimento do estomago de um caprino e depois cosido à mão com uma linha. O recheio do Maranho da Sertã é “carne … Continue a ler Maranho da Sertã:quem gosta é para sempre
O saboroso Covilhete de Vila Real
O covilhete de Vila Real tem a forma de uma empada, mas é muito mais do que isso. Tem um sabor muito próprio e marca a gastronomia e a cultura de uma região. “O covilhete é uma empada de carne que em Vila Real utilizamos muito. Já desde o século passado que o covilhete era … Continue a ler O saboroso Covilhete de Vila Real
Beja tem um Porquinho Doce conventual e irresistível
O legado conventual tem uma forte influência na doçaria de Beja e um dos doces mais afamados é o porquinho. “É o doce emblemático do café pastelaria Luiz da Rocha e da doçaria regional. Corre mundo pela mão dos nossos emigrantes.” O café, pastelaria e restaurante Luiz da Rocha - o café mais antigo de … Continue a ler Beja tem um Porquinho Doce conventual e irresistível
A doce Fábrica de Santo António no Funchal
Bolo de mel de cana, biscoitos, compotas, bolachas... é uma enorme variedade de doces que nos levam à Fábrica de Santo António, no Funchal. No entanto, quando entramos o que mais nos cativa a atenção é o colorido das latas que enchem as prateleiras. São a marca da fábrica que foi a primeira a fabricar … Continue a ler A doce Fábrica de Santo António no Funchal
Passadiços no espectacular Cerro da Candosa
O cerro da Candosa é deslumbrante e com os passadiços (que foram inaugurados este ano) temos uma vista ainda mais fascinante do desfiladeiro onde corre o rio Ceira e termina numa bela praia fluvial. Os passadiços percorrem um morro rochoso que no alto tem uma capela dedicada à Senhora da Candosa. Um dos extremos desce … Continue a ler Passadiços no espectacular Cerro da Candosa
A espetacularidade e a beleza dos passadiços do Orvalho
Os passadiços do Orvalho têm cascatas, miradouros, geomonumentos, uma ribeira para acompanhar, moinhos e muita natureza. Ficamos fascinados com a beleza e a imponência em alguns lugares. O percurso é de 9km, mas só uma parte tem passadiços, que correspondem a lugares mais interessantes e que eram de difícil acesso. É o caso da cascata … Continue a ler A espetacularidade e a beleza dos passadiços do Orvalho
Passadiços da Ribeira das Quelhas no “Evereste” da serra da Lousã
Os Passadiços da Ribeira das Quelhas, na serra da Lousã, é um desafio à nossa força de vontade, um exercício de gestão de esforço e um encanto para quem gosta de lugares agrestes e selvagens. No testemunho de um visitante, quando se chega ao topo dizemos “consegui. Parece que chegámos ao pico do Evereste”. A … Continue a ler Passadiços da Ribeira das Quelhas no “Evereste” da serra da Lousã
Trilho no rio Ceira com ponte suspensa do Linteiro
Vamos atravessar o rio Ceira numa ponte metálica suspensa e aproveitamos para tomar banho num dique. O trilho vai até Góis e ao longo do percurso temos praias fluviais, recantos da natureza e pequenos povoados com vista para os Penedos de Góis. As paisagens naturais, o isolamento em algumas zonas da serra da Lousã e … Continue a ler Trilho no rio Ceira com ponte suspensa do Linteiro
Passadiços de Ortiga: à descoberta da Rota das Pesqueiras e Lagoas do Tejo
É um passeio para a família. Tem pouco mais de dois quilómetros, ida e volta, é quase sempre plano e algumas partes com sombra. O contacto com a natureza, o rio Tejo e a vista ampla a partir do miradouro, são alguns dos atributos que marcam a Rota das Pesqueiras e Lagoas do Tejo. Mas … Continue a ler Passadiços de Ortiga: à descoberta da Rota das Pesqueiras e Lagoas do Tejo
Um roteiro literário, duplamente belo, inspirado em obra de Saramago: Da Vila (de Lavre) à Ponte Velha
José Saramago fez várias vezes este percurso. Da Vila à Ponte Velha, que no livro Levantado do Chão, é do Monte Lavre à Ponte Cava. É um trilho paralelo à ribeira de Lavre, de cerca de 3km, e termina num lugar belo. O final do percurso é numa ponte em ruínas. “Era esta ponte, apenas … Continue a ler Um roteiro literário, duplamente belo, inspirado em obra de Saramago: Da Vila (de Lavre) à Ponte Velha
A surpresa da Arte Pública Rural em Ulme
À entrada de Ulme, uma freguesia do concelho da Chamusca, somos surpreendidos com um enorme mural que cobre a empena de uma casa e retrata a apanha tradicional do arroz. É uma feliz simbiose do património natural e cultural da vila que é vizinha da ribeira de Ulme e que permite a produção de arroz. … Continue a ler A surpresa da Arte Pública Rural em Ulme
