As preciosidades do Museu do Automóvel de V. N. Famalicão

O Museu do Automóvel de Vila Nova de Famalicão é um deslumbramento, mesmo para quem não tem um especial apreço por carros, porque nos transporta para um universo de memórias pessoais ou familiares.  A história do século XX retratada por automóveis. Deparamos com surpresas. Num edifício com um salão enorme e muito alto temos uma … Continue a ler As preciosidades do Museu do Automóvel de V. N. Famalicão

O regresso à infância no Museu do Brinquedo Português em Ponte de Lima

O Museu do Brinquedo Português de Ponte de Lima tem milhares de peças em exposição e a particularidade de funcionar como uma máquina no tempo. De nos fazer regressar à infância. A coleção é infindável de brinquedos antigos e encontramos uma grande variedade, quase todos, feitos em Portugal. Da autoria de pequenos fabricantes, de estrutura … Continue a ler O regresso à infância no Museu do Brinquedo Português em Ponte de Lima

O ninho de ovos de dinossauros é um dos fósseis “excecionais” do Museu da Lourinhã e do Mundo

Os dinossauros da Lourinhã constituem um fabuloso património que transporta o nome da vila portuguesa para centros de ciência natural em todo o mundo. Uma das peças de valor excecional é um ninho de ovos de dinossauros com embriões. O Museu da Lourinhã é uma montra desse património que rapidamente conquistou a comunidade local que … Continue a ler O ninho de ovos de dinossauros é um dos fósseis “excecionais” do Museu da Lourinhã e do Mundo

Museu Berardo Estremoz: provavelmente o maior museu de azulejos em todo o mundo

O Museu Berardo Estremoz é um espaço fantástico de histórias, técnica, beleza e reflexo dos gostos de várias civilizações nos últimos oito séculos. Histórias contadas com ironia ou a fé expressa na iconografia religiosa. Apercebemo-nos também da técnica, do design e dos diversos modos de produção que vão da antiga Pérsia a artistas e arquitetos … Continue a ler Museu Berardo Estremoz: provavelmente o maior museu de azulejos em todo o mundo

O inédito e surpreendente museu navio hospital Gil Eannes

Faz esta semana 25 anos que o navio Gil Eannes regressou a Viana do Castelo para ser transformado num magnífico museu que ilustra a sua função de navio hospital junto da frota bacalhoeira. A data é assinalada com a inauguração de uma exposição e  a apresentação do “Álbum de Navios da Pesca do Bacalhau”. O … Continue a ler O inédito e surpreendente museu navio hospital Gil Eannes

Moinho do Papel em Leiria “aqui se fabricou o primeiro papel português”

O Moinho do Papel em Leiria foi pioneiro em Portugal na produção de papel. A matéria prima eram trapos. O moinho tem mais de 600 anos e a estrutura foi reabilitada recentemente por Siza Vieira. O enquadramento natural é também muito bonito. São vários os motivos que justificam uma visita ao Moinho do Papel em Leiria. … Continue a ler Moinho do Papel em Leiria “aqui se fabricou o primeiro papel português”

O Mondego no início é um Mondeguinho

O maior rio português que nasce em Portugal começa com um ligeiro fio de água. Mais parece uma fonte e em algumas épocas do ano o fio de água é intermitente. Ao lugar, na serra da Estrela, percebe-se porque deram o nome de “Mondeguinho”. O Mondeguinho, a 1425 metros de altitude, na serra da Estrela, … Continue a ler O Mondego no início é um Mondeguinho

Os Olhos de Água que observam a nascente do rio Alviela

A nascente do rio Alviela, no concelho de Alcanena, é uma surpresa da Natureza para descobrir, no verão para refrescar numa praia fluvial, e até podemos visitar um Centro de Ciência Viva. Um fio de água surge por entre um vale estreito, profundo, coberto por vegetação e escarpas de rocha calcária. A maior parte do … Continue a ler Os Olhos de Água que observam a nascente do rio Alviela

A nascente imprevisível do rio Nabão

O rio Nabão nasce um pouco antes de Ansião numa zona calcária e, por isso, é muito imprevisível. “Dá nas vistas” quando chove muito. Em muitos outros dias corre discretamente pela zona cársica. O Nabão é um rio de extremos. Um pouco depois da nascente podemos observar que “quando é na altura das chuvas, por … Continue a ler A nascente imprevisível do rio Nabão

Tem alguma camélia com o nome da sua família? Esta é a altura de vermos a floração

Estamos na época do ano em que as camélias florescem e de nos deslumbrarem com uma grande variedade de cores. Há pouco mais de um século era chique ter o nome associado a uma espécie de camélia.  No Jardim das Camélias, no Parque da Pena, em Sintra, encontramos uma enorme coleção. Em 2014 foi distinguido … Continue a ler Tem alguma camélia com o nome da sua família? Esta é a altura de vermos a floração

Antiga cadeia de Lagos é um espaço de liberdade criativa

De uma prisão se fez liberdade. Até a solitária da antiga cadeia de Lagos é espaço para criatividade. Cada uma das 15 celas, distribuídas por dois pisos, foi transformada num atelier e a penumbra ganhou vida com experiências artísticas. Esta sexta feira e no sábado decorre o LAC Dia Aberto, uma boa oportunidade para descobrir … Continue a ler Antiga cadeia de Lagos é um espaço de liberdade criativa

Aprender música nas celas de uma antiga prisão em Arganil

O ambiente que impunha a solidão dos presos, nas antigas instalações da GNR de Arganil, ajuda agora os jovens a concentrarem-se na aprendizagem de música. As celas são espaços pequenos. As grades de ferro continuam nas janelas e as paredes estão forradas com cortiça para ajudar na acústica de quem está a aprender a tocar … Continue a ler Aprender música nas celas de uma antiga prisão em Arganil

Torres Vedras: antigo matadouro é centro de artes e criatividade

O Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras é uma boa metáfora de como se transforma a morte em vida.Como um antigo matadouro, concebido no final do século XIX, se transformou em espaço de criatividade e até de manifestação de alegria com uma exposição permanente dedicada ao carnaval. O Centro de Artes e Criatividade … Continue a ler Torres Vedras: antigo matadouro é centro de artes e criatividade

Évora: matadouro centenário que Pó de Vir a Ser

O “matadouro passou a criadouro”. A expressão é de Mariana Mata Passos, dirigente da associação Pó de Vir a Ser, e espelha o resultado da transformação de um matadouro centenário em Évora num espaço de criação. A mudança foi em 1986 quando o conjunto de edifícios estava devoluto. O Matadouro é de finais do século … Continue a ler Évora: matadouro centenário que Pó de Vir a Ser