Em Trás os Montes e parte da Beira Alta, entre os rios Côa e Águeda, há centenas de pombais espalhados na paisagem da vinha, da amendoeira ou do olival. São construções de pequena dimensão. Sobressaem porque estão pintados de branco, são circulares e encontram-se isolados. Os pombais destacam-se em particular no meio das vinhas devido … Continue a ler Pombais: “o verdadeiro marco paisagístico de Riba-Côa a Trás-os-Montes”
O Forte das Berlengas é um dos lugares mágicos em Portugal
O forte de São João Baptista está implantado sobre um ilhéu, no meio do mar e funciona como um excelente miradouro. Para o mar, para a ilha Berlenga e para a ponte estreita de arcos que deve ser o local mais fotografado pelos visitantes que não resistem a uma sessão de selfies. A vista é … Continue a ler O Forte das Berlengas é um dos lugares mágicos em Portugal
O auto da Barca da Amieira que nos leva para novos trilhos ao lado do Tejo
Agostinho Matos comanda a barca que faz a travessia do Tejo entre São José das Matas, no concelho de Mação e a Barca d’Amieira, no concelho de Nisa. Perguntado se faz como nos Autos de Gil Vicente que escolhe o destino dos passageiros, entre o Inferno, o Paraíso ou a Glória, Agostinho Matos diz que … Continue a ler O auto da Barca da Amieira que nos leva para novos trilhos ao lado do Tejo
Bodos de Salvaterra e de Monfortinho para afastar pragas
Se não fosse a pandemia, em Salvaterra do Extremo estariam agora, cumprindo a tradição, cerca de um milhar de pessoas no bodo tradicional. Dita a tradição que o bodo teria mais de mil quilos de carne de ovinos e caprinos, arroz, chanfana, pão vinho e sopa de grão. Dentro de 11 dias, na quinta-feira da … Continue a ler Bodos de Salvaterra e de Monfortinho para afastar pragas
Concerto de órgãos e de fascínio na igreja de S. Francisco de Évora
A igreja do Convento de S. Francisco de Évora é um esplendor de beleza. Nada tem de austeridade franciscana. O rigor regista-se na qualidade das peças decorativas e nos três órgãos de meados do século XVIII. Podemos ouvi-los este Domingo de Páscoa na celebração da missa com órgão e canto às 9h e às 12h. … Continue a ler Concerto de órgãos e de fascínio na igreja de S. Francisco de Évora
A Páscoa em Segura com peixe frito e esparregado de ervas amargas
Os canhões fluviais do rio Erges e a fronteira com Espanha remeteram a aldeia de Segura para um profundo isolamento que teve a virtude de ajudar a preservar as tradições. Foi o caso de muitos ritos da Quaresma e da Páscoa.Segura já foi um dos principais pontos de passagem da fronteira da arraia com Espanha. … Continue a ler A Páscoa em Segura com peixe frito e esparregado de ervas amargas
Assobios e amêndoas na singular Páscoa de Idanha-a-Nova
A Quaresma e a Páscoa no concelho de Idanha-a-Nova transportam-nos para rituais quase únicos em Portugal e para janelas temporais de vários séculos que manifestam um profundo sentido de fé e de traços comunitários. Pelo segundo ano consecutivo muitos dos rituais foram cancelados. Fica a evocação. António Silveira Catana investigador e autor de várias obras sobre … Continue a ler Assobios e amêndoas na singular Páscoa de Idanha-a-Nova
O doce folar de Olhão para afilhados gulosos
A tradição manda os padrinhos oferecerem aos afilhados um folar na Páscoa. Se tiver afilhados gulosos uma das opções é o Folar de Olhão, eleito como uma das 7 Maravilhas Doce de Portugal. No testemunho de Anabela Rita o folar “é mesmo o doce. Tem por dentro uma calda de caramelo e dizem sempre que … Continue a ler O doce folar de Olhão para afilhados gulosos
A tradição do folar na Páscoa
Uma das tradições da Páscoa é o folar e um dos mais conhecidos é o salgado, com muitas carnes. É típico no Norte de Portugal, como por exemplo em Chaves e Valpaços. O folar de Chaves, com a fama que alcançou, até lhe permitiu deixar o estatuto de produto sazonal e é produzido durante todo … Continue a ler A tradição do folar na Páscoa
Côa: as gravuras de um rio selvagem, belo e com imensas praias fluviais
A nascente é um ténue fio de água na serra das Mesas. O Côa é dos poucos rios que segue para Norte e vai ganhando força para oferecer frescura nas praias fluviais do concelho de Sabugal e a magia no Parque do Vale do Côa, pouco antes da foz com o Douro. Uma placa assinala … Continue a ler Côa: as gravuras de um rio selvagem, belo e com imensas praias fluviais
Ecomuseu do Zêzere – uma visão geral e calmante do rio
O Ecomuseu do Zêzere em Belmonte oferece-nos uma visão global de um dos mais bonitos rios portugueses. Uma perspetiva geral, histórica e calma porque o Ecomuseu do Zêzere retrata vários ecossistemas onde as aves estão sempre presentes e se fazem ouvir. O ambiente no espaço fechado e com pouca luz é dominado pelos sons das aves. … Continue a ler Ecomuseu do Zêzere – uma visão geral e calmante do rio
Roteiro pelo Zêzere – o rio errático e das cigarras
O Zêzere é um rio que espelha bem a identidade de ser português. Em primeiro lugar é errático. Basta olhar para a grafia do seu nome ou para os fantásticos meandros entre a barragem do Cabril e a aldeia de Álvaro. O Zêzere nasce num Cântaro da Serra da Estrela e a foz é o … Continue a ler Roteiro pelo Zêzere – o rio errático e das cigarras
Os gatos na judiaria de São João Pesqueira
São João da Pesqueira teve uma comunidade judaica, há documentação que prova a sua existência desde o inicio do século XV mas, na verdade, não se sabe exatamente onde era a judiaria. A dedução é que seria no interior das muralhas fernandinas, na área que hoje corresponde à rua Nova e à rua dos Gatos. … Continue a ler Os gatos na judiaria de São João Pesqueira
A judiaria da Covilhã e a herança que chega aos dias de hoje
A comunidade judaica foi uma lufada de ar fresco na cidade e ainda hoje se registam as marcas que deixaram em particular nos lanifícios. Na rua das Flores podemos ver pequenas casas de dois ou três pisos com a tradicional porta grande e porta pequena. Uma até tem uma janela manuelina e outras têm no … Continue a ler A judiaria da Covilhã e a herança que chega aos dias de hoje
