“As pessoas sabem que café, Campo Maior e Espanha está tudo ligado.” A frase é de Catarina Balseiro do Centro de Ciência do Café. Eu acrescento um rosto a esta trilogia. A do comendador Rui Nabeiro. O Centro de Ciência do Café é em primeiro lugar um legado pessoal, um testemunho do homem que criou um … Continue a ler Centro de ciência e história do café que “anda ligada com Campo Maior”
Etiqueta: Vou ali e já venho
Programa Vou Ali e Já Venho
A ameixa de Elvas (e o sericaia)
Há um doce que entra na mesa de Natal e que, felizmente, podemos saborear quase todo o ano acompanhado de sericaia. É a ameixa de Elvas. A ameixa Rainha Cláudia em calda, seguindo uma receita conventual e que remonta ao século XVI. A ameixa tem o nome da mulher do rei francês Francisco I e … Continue a ler A ameixa de Elvas (e o sericaia)
As hortas do planalto mirandês
Uma viagem pelo planalto da Terra de Miranda projeta-nos a memória de espaços rurais com parcelas agrícolas e as pequenas hortas junto às casas no interior das aldeias. Um exemplo que permanece até aos dias de hoje é em Picote. O cuidado na delimitação das pequenas parcelas, o terreno limpo e a vitalidade dos vegetais … Continue a ler As hortas do planalto mirandês
Mario Estanislau – a arte de construir e tocar gaita de foles
A gaita-de-foles tem um som único. O fole dá magia ao ar e uma identidade inconfundível. Em Portugal há cada vez mais gente a tocar. Um processo que ganhou uma nova dinâmica há duas décadas ao reunir vários entusiastas e deu origem à Associação para o Estudo e Divulgação da Gaita-de-foles. Um deles foi Mário … Continue a ler Mario Estanislau – a arte de construir e tocar gaita de foles
Ângelo Arribas de músicas
Ângelo Arribas vive na Freixiosa, no concelho de Miranda do Douro, e é uma das pessoas mais conhecidas da música tradicional mirandesa. Toca e constrói instrumentos na sua pequena oficina, “aqui é onde passo os meus bocados. Onde faço as minhas flautas, caixas, bombos, tamboris, gaitas de foles, castanholas, paus de pauliteiro...” A listagem revela … Continue a ler Ângelo Arribas de músicas
Viola beiroa e das curvas perfeitas
Tem o nome de viola beiroa porque os últimos registos e a sua revitalização têm lugar essencialmente nos concelhos de Castelo Branco e Idanha a Nova. Em Castelo Branco há a Orquestra da Viola Beiroa e Idanha tem uma oficina de música tradicional que pertence à Filarmónica Idanhense onde se ensina a tocar e a … Continue a ler Viola beiroa e das curvas perfeitas
Adufe – sonoridades do genuíno e das caricas
O adufe tem uma sonoridade singular e em conjunto com o seu aspeto rustico ganhou uma identidade muito própria. É um instrumento musical muito associado à música tradicional das regiões de fronteira desde que há o seu registo em Portugal e que já ultrapassa um milénio. Onde o adufe está mais enraizado é no concelho … Continue a ler Adufe – sonoridades do genuíno e das caricas
Um abraço da altura da Marofa
A serra da Marofa é o ponto mais alto das terras de Riba-Côa. O cume atinge os 975 metros de altitude e é visível de vários concelhos vizinhos.A Marofa não é muito extensa. Estende-se por cerca de 10 km em forma de cone. É a vizinha de Castelo Rodrigo e serve como excelente miradouro para … Continue a ler Um abraço da altura da Marofa
As serras vizinhas da Porra e das Mesas
A Serra das Mesas e a Serra da Porra pertencem à Malcata. Por motivos vários, essencialmente devido à morfologia de cada uma delas, são conhecidas como se tivessem identidade própria. Serra da Porra Começamos pela Serra da Porra que nos é detalhada por Honorato Neves um apaixonado e profundo conhecedor da etnografia da região. Estamos … Continue a ler As serras vizinhas da Porra e das Mesas
Chãs d’Égua e de gravuras rupestres
Uma caminhada na Serra do Açor com vista para gravuras com quase cinco mil anos é a proposta do Centro Interpretativo de Arte Rupestre em Chãs d’Égua, próximo do Piódão. Há ainda um vasto património para pesquisar na serra e que abrange vários municípios. Dos trabalhos já realizados descobriu-se uma grande concentração de gravuras na … Continue a ler Chãs d’Égua e de gravuras rupestres
Foia – a varanda do Barlavento Algarvio
A Foia, no alto da serra de Monchique, é a varanda do Barlavento Algarvio. Com boas condições atmosféricas consegue-se ver a linha costeira de Portimão e Sagres. Uma vista ampla, marcada pelo azul do Oceano Atlântico e da Ria de Alvor e pelo tom acastanhado das muitas serras que nos separam do mar. Estamos a … Continue a ler Foia – a varanda do Barlavento Algarvio
Rias que salvam animais selvagens
O RIAS é mais conhecido como um hospital de animais selvagens inserida na zona protegida da Quinta de Marim, em Olhão. A maior parte dos animais entregues para tratamento são aves feridas. Constituem cerca de 95% dos animais que dão entrada. Diz Sofia Costa que trabalha na gestão e coordenação do RIAS que são maioritariamente gaivotas, … Continue a ler Rias que salvam animais selvagens
O casal perfeito: o Priolo e a Laurissilva
O priolo e a Laurissilva formam uma parelha indissociável e rara. São também um projeto de conservação e desenvolvimento local em curso nos Açores e que é apontado como exemplo a nível internacional. O priolo é uma ave que só existe na ilha de S. Miguel. “É muito engraçado. É uma ave relativamente pequena. É … Continue a ler O casal perfeito: o Priolo e a Laurissilva
Lagoa Pequena em Sesimbra é refúgio das aves
No dia em que visitei Lagoa Pequena assisti ao primeiro voo de uma garça real. Um voo muito pequeno e muito atribulado porque quase não saiu do ninho. O irmão deve ter revelado maior competência porque foi embora e deixou-o sozinho num abrigo redondo no canavial mesmo à beira de um dos lagos onde andavam … Continue a ler Lagoa Pequena em Sesimbra é refúgio das aves
