O surpreendente património religioso de Atouguia (e do osso) da Baleia

Atouguia da Baleia oferece-nos um importante património religioso que, ao mesmo tempo, espelha as estruturas sociais dominantes e os movimentos culturais desde a formação da nossa nacionalidade. A imponência e a riqueza artística desse património está também associada a uma profunda alteração geomorfológica do concelho de Peniche. Atouguia da Baleia foi durante vários séculos um … Continue a ler O surpreendente património religioso de Atouguia (e do osso) da Baleia

O enorme e fantástico património religioso de Elvas

Elvas é uma cidade fortaleza, classificada como Património da Humanidade e, como durante alguns séculos a espada foi parceira da fé, encontramos igualmente um fabuloso património religioso. “São sete conventos, cinco capelas e 20 igrejas” quantifica Margarida Ribeiro, conhecedora do património de Elvas. Num breve passeio nas ruas do centro histórico percebemos rapidamente que muitos … Continue a ler O enorme e fantástico património religioso de Elvas

Com as calorias do Viriato os romanos não venciam os lusitanos

O Viriato é um doce que rapidamente ganhou preponderância na doçaria tradicional de Viseu, em particular o da Confeitaria Amaral. Depois de se saborear percebe-se porquê. Foi a primeira vez que provei o famoso Viriato de Viseu. Enquanto esperava para falar com Nuno José via os tabuleiros a passar para o balcão. Cada tabuleiro contém … Continue a ler Com as calorias do Viriato os romanos não venciam os lusitanos

O saboroso e incomparável pastel de feijão do Patronato

O pastel de feijão do Patronato é uma das “relíquias” de Mangualde. Com um sabor inigualável o pastel tem ainda um papel fundamental no apoio a uma instituição de solidariedade social. A ida a Mangualde tem paragem obrigatória no Patronato. É o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa. Aqui a igreja … Continue a ler O saboroso e incomparável pastel de feijão do Patronato

Pão de Ló de Coz e do rei D. Carlos

O Pão de Ló de Coz, no concelho de Alcobaça, é de origem conventual, mas passou para segundo plano quando o rei D. Carlos adorou uma versão, alegadamente mal confecionada, e ficou conhecida como Pão de Ló de Alfeizerão. O de Coz está agora a ser reavivado. “Se o rei gosta, então que se faça … Continue a ler Pão de Ló de Coz e do rei D. Carlos

Queijinhos do Céu e da perdição

O Queijinho do Céu é um doce de ovos e amêndoa, tem o formato de um pequeno queijo de cor amarelada e está escondido num embrulho de papel branco rendilhado. “É como desvendar um mistério. Ao descobrir o queijinho está a descobrir um mistério. Esse mistério é comer o doce, saboreá-lo e vai ao céu … Continue a ler Queijinhos do Céu e da perdição

Café de S. Jorge: a única plantação na Europa é 100% natural e artesanal

O único café produzido na Europa é na ilha de S. Jorge e se quiser prová-lo tem de ir aos Açores. Provavelmente ao Café Nunes, na fajã dos Vimes, ou na casa de um produtor que o cultiva exclusivamente para consumo familiar. É uma produção muito reduzida. “De autossustentação, ter uma coisa diferente, o seu … Continue a ler Café de S. Jorge: a única plantação na Europa é 100% natural e artesanal

Adoçar a boca e a gula com a Amêndoa Coberta de Moncorvo

A Amêndoa Coberta de Moncorvo foi eleita uma das Sete Maravilhas Doces de Portugal e é uma das marcas de Torre de Moncorvo. Exige boa matéria prima e o saber das “cobrideiras”. As amendoeiras decoram as encostas em toda a região e na Primavera, quando estão em flor, fazem competição com a monumental igreja de … Continue a ler Adoçar a boca e a gula com a Amêndoa Coberta de Moncorvo

Agustina Bessa-Luís: a estação de Santarém tem “dos melhores azulejos”

Na sua viagem literária pelas Estações da Vida, Agustina Bessa-Luís descreve os azulejos em algumas paragens de comboio que funcionam como postais ilustrados dessa região. Na estação de Santarém encontram-se “dos melhores azulejos (...) muito vivo, muito honrados de realismo, com as feiras de gado e a corrida dos campinos a reunir as reses.” Os … Continue a ler Agustina Bessa-Luís: a estação de Santarém tem “dos melhores azulejos”

Agustina Bessa-Luís: a gare de S. Bento, no Porto, é “a mais bela” em Portugal

Agustina Bessa-Luís, parca em elogios, não teve qualquer dúvida em qualificar a estação de S. Bento no Porto como “a mais bela” em Portugal. Ainda nas palavras da autora de As Estações da Vida, a “Gare de São Bento causa uma impressão grandiosa como nenhuma outra em Portugal”.Os turistas quando visitam a cidade vão de … Continue a ler Agustina Bessa-Luís: a gare de S. Bento, no Porto, é “a mais bela” em Portugal

Pinhão e Caminha nas Estações da Vida de Agustina Bessa-Luís

As Estações da Vida são pequenos apeadeiros na nossa memória e no caso de Agustina Bessa-Luís constituem um roteiro “baseado em memórias de viagens de pequeno curso que, desde a infância, me transportam de um lugar ao outro”. Pinhão e Caminha são dois desses lugares. Pinhão é um dos lugares de referencia do Douro e … Continue a ler Pinhão e Caminha nas Estações da Vida de Agustina Bessa-Luís

Covilhã: o berço dos cosmógrafos da circum-navegação

Faz 500 anos este sábado, 28 de Novembro, que as naus da primeira viagem de circum-navegação concluíram a travessia do oceano Atlântico para o Pacífico, revelando a comunicação marítima entre os dois continentes. Fernão de Magalhães comandava a nau Vitória e deu o nome de Pacífico ao oceano que avistava porque o mar estava calmo … Continue a ler Covilhã: o berço dos cosmógrafos da circum-navegação

Passear na ponte ferroviária de Mosteirinho e ao lado da locomotiva a vapor em Torredeita

Faz hoje, 25 de Novembro, 130 anos que foi inaugurada a Linha do Dão. Depois do encerramento foi aproveitada para Ecopista e estão presentes dois testemunhos dos caminhos de ferro: a ponte de Mosteirinho e a locomotiva a vapor em Torredeita. Impressiona a dimensão e a beleza da ponte metálica que, dizem, é da autoria … Continue a ler Passear na ponte ferroviária de Mosteirinho e ao lado da locomotiva a vapor em Torredeita

A estação de comboios de Barca d’Alva continua “socegada” porque está abandonada

Há pouco mais de um século o comboio parava em Barca d´Alva numa “estação muito socegada, muito varrida, com rosinhas trepando pelas paredes”. É assim que Eça de Queiroz descreve, pelos olhos de Jacinto de A Cidade e as Serras, a entrada em Portugal de comboio na Linha do Douro. Hoje o cenário é completamente … Continue a ler A estação de comboios de Barca d’Alva continua “socegada” porque está abandonada