Barbelote fica escondida na serra de Monchique, a poucos quilómetros do alto da Fóia. A aldeia com cerca de uma dezena de casas está abandonada. É acompanhada por uma ribeira que pouco depois se despenha numa enorme queda de água. Barbelote está numa encosta muito inclinada, escondida num vale profunda e envolvida por um ambiente … Continue a ler É a cascata que dá vida à aldeia abandonada de Barbelote
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Póvoa Dão e do paraíso adormecido
Póvoa Dão é uma pérola que se esconde no meio do arvoredo numa encosta íngreme que vai beijar o Rio Dão. Tudo está adormecido e em silêncio. O rio que corre muito calmo debaixo da ponte onde os poucos carros que a atravessam também seguem lentamente. O curso de água já leva histórias registadas em … Continue a ler Póvoa Dão e do paraíso adormecido
A festa que mantém viva a aldeia de Colcurinho
Colcurinho, na serra do Açor, está desabitada há 7 décadas, mas todos os anos, em meados de Janeiro, o povo regressa à aldeia. Repetem o ritual de pedirem a proteção de Santo Antão. É o padroeiro local e a capela é o único edificio que não está em ruinas. A capela remonta ao século XVI, … Continue a ler A festa que mantém viva a aldeia de Colcurinho
“O Brejo é um sítio mítico”
Brejo fica no meio da serra da Bando dos Santos. O povoado disperso tem mais de uma dezena de casas quase todas em ruínas. Eram ocupadas sazonalmente por gente de aldeias vizinhas, como por exemplo, do Castelo, no concelho de Mação. O Brejo ainda preserva uma das suas riquezas, a água. “É uma fonte natural … Continue a ler “O Brejo é um sítio mítico”
O Vale dos Amores
O Vale dos Amores é um antigo povoado entre Meimão e Meimoa e foi abandonado há cerca de meio século. O isolamento protegeu o casario de xisto e ainda podemos percecionar o modo de vida dos habitantes, nomeadamente das bonitas raparigas que estão na origem do nome do lugar. O Vale dos Amores fica próximo … Continue a ler O Vale dos Amores
O nobre e belo Pego da Rainha
A lenda diz que a rainha costumava tomar banho na piscina natural debaixo da cascata e, por isso, ficou com o nome de Pego da Rainha. É merecido. O lugar é um privilégio da natureza. O Pego da Rainha está escondido num vale profundo, de escarpas de granito e cheio de árvores. Situa-se próximo da … Continue a ler O nobre e belo Pego da Rainha
O paraíso do Poço da Broca da Barriosa
O Poço da Broca da Barriosa é um paraíso. A envolvência já é, por si, de grande beleza, no sopé da Serra da Estrela, próximo de Vide. Quando chegamos a primeira impressão torna-se definitiva. É um lugar belo. Um testemunho partilhado por Ana Rita que ficou seduzida pelas quedas de água. “É um sítio muito … Continue a ler O paraíso do Poço da Broca da Barriosa
As cascatas (à escolha) do Penedo Furado
São várias as cascatas do Penedo Furado. Duas ribeiras oferecem-nos quedas de água e piscinas naturais que são muito procuradas no verão. Agora temos oportunidade de ver a força das cascatas. Algumas cascatas têm vários metros de altura, mas muitas, talvez a maioria, não são muito altas. Com a época das chuvas ganham uma força … Continue a ler As cascatas (à escolha) do Penedo Furado
Frecha da Mizarela – a maior queda de água em Portugal Continental
Na Frecha da Mizarela o rio Caima despenha-se a mais de 60 metros de altura. A primeira queda de água é comprida, a pique, depois, desdobra-se em quedas mais pequenas. Conforme bate na escarpa o fio de água alarga-se e acentua o contraste com o xisto escuro. O barulho do embate da água domina toda … Continue a ler Frecha da Mizarela – a maior queda de água em Portugal Continental
O “melhor miradouro do Faial é a Caldeira”
Na ilha do Faial há vários miradouros naturais com vistas magnificas. Os que têm paisagens mais deslumbrantes são os que têm vista para a ilha do Pico. Da gigante Caldeira do Faial temos igualmente vistas amplas que alcançam várias ilhas dos Açores. Um dos miradouros onde conjugamos a vista para o ponto mais alto de … Continue a ler O “melhor miradouro do Faial é a Caldeira”
O miradouro da Sapinha e dos dois rios por onde passa a Barca d’Alva
A vista do miradouro da Sapinha em Março é fabulosa devido à flor das amendoeiras e ao brilho dos rios Douro e Águeda, no vale profundo, em frente de Barca d’Alva. No restantes meses é enganadora. O brilho da natureza ofusca o esquecimento. Toda a presença humana em Barca d’Alva é passageira e fugaz. Só … Continue a ler O miradouro da Sapinha e dos dois rios por onde passa a Barca d’Alva
Miradouro do Bando dos Santos: com nuvens estamos acima do mundo. Sem nuvens, está o mundo aos nossos pés
Estamos no cume do Bando dos Santos, ou Bando Maior, a 643 metros de altitude. Numa das melhores varandas do Centro de Portugal. Num dos seus programas telivisivos o historiador José Hermano Saraiva afirmou estar “num dos mais espantosos miradouros da terra portuguesa”. O que a vista alcança, um horizonte que ultrapassa uma centena de … Continue a ler Miradouro do Bando dos Santos: com nuvens estamos acima do mundo. Sem nuvens, está o mundo aos nossos pés
Miradouro do Alto do Colcurinho tão alto como o voo do Açor
A viagem até ao alto do Colcurinho já é deslumbrante. A paisagem seduz o olhar, embora a condução tenha de ser atenta porque a estrada é muito estreita, repleta de curvas e os últimos quilómetros assemelham-se a uma rampa. Subimos para além das eólicas. O Monte do Colcurinho tem a forma de um cone, e … Continue a ler Miradouro do Alto do Colcurinho tão alto como o voo do Açor
Sortelha com sol ou neve
Sortelha é a terra dos “lagartixos” por estar virada para o sol e o casario aproveita a encosta para se aquecer nos invernos rigorosos. O fascínio maior é ao pôr do sol e fora das muralhas. No alto da povoação, a cerca de 800 metros de altitude e para lá da Porta Nova ou da … Continue a ler Sortelha com sol ou neve
