O Chocalheiro de Bemposta é o diabo que sai à rua com uma máscara duas vezes por ano. É uma das Festas de Inverno de Trás os Montes e tem em Bemposta, no concelho de Mogadouro, particularidades únicas. Uma vez o diabo é bravo outra vez é manso. Em ambos os casos veste-se com um … Continue a ler O Chocalheiro de Bemposta
Etiqueta: andarilho.pt
Presépios de todo o Mundo em Évora
O presépio é uma das imagens mais associadas ao Natal. Não apenas em Portugal ou no resto da Europa. A iconografia do nascimento de Jesus Cristo encontra-se em todos os continentes. Em Évora há uma coleção que ilustra esta diversidade. Era hábito em muitas aldeias portuguesas as pessoas fazerem o seu presépio com musgo que … Continue a ler Presépios de todo o Mundo em Évora
Festa dos Velhos de Bruçó
Dois casais colocam em alvoroço a aldeia de Bruçó na manhã do dia de Natal. Um casal de velhos e a Sécia e o marido. A Sécia, um homem vestido de mulher muito atrevida e exuberante, e intromete-se com outros homens. O marido veste um uniforme de soldado e tenta protegê-la das abordagens masculinas. Os quatro … Continue a ler Festa dos Velhos de Bruçó
Bolos do Cego – onde nasceu a torta de Azeitão e se comem os amores
Muita gente vai à Pastelaria Regional Cego, em Vila Nogueira de Azeitão, à descoberta do local onde nasceu a torta de Azeitão. O problema é depois escolher porque entretanto, surgem os amores e os mémés. “O que tem tido mais impacto é o mémé”, uma recriação de José Augusto Pinto, proprietário da pastelaria há 44 anos. … Continue a ler Bolos do Cego – onde nasceu a torta de Azeitão e se comem os amores
Um Natal solidário com o bolo “russo” da Casa de Chá de Santa Isabel
O espírito do Natal é sublinhado na proposta de hoje. Para a mesa de Natal sugerimos muito mais do que um bolo. Também um gesto de solidariedade. O bolo chama-se russo mas é diferente do que é produzido nas pastelarias. Na descrição de Rita Assunção, “é um bolo de amêndoa e noz e recheado de … Continue a ler Um Natal solidário com o bolo “russo” da Casa de Chá de Santa Isabel
As filhós da ti Raquel são as mais conhecidas da serra do Caldeirão
Cortelha é uma pequena aldeia do concelho de Loulé, na serra do Caldeirão. Dois produtos naturais marcam a economia e a gastronomia local: o mel e o medronho. A aguardente de medronho tem grande saída agora no Natal. É costume oferecerem um copo de aguardente quando parte do Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão vai … Continue a ler As filhós da ti Raquel são as mais conhecidas da serra do Caldeirão
Casa dos Doces Conventuais de Arouca
O Mosteiro de Santa Maria de Arouca foi durante sete séculos da Ordem de Cister e exclusivamente feminino. Mesmo em frente do edifício, do outro lado da rua, encontramos o legado doce do Mosteiro, na Casa dos Doces Conventuais de Arouca. “Comercializamos de momento sete doces conventuais. O pão de S. Bernardo, morcelas doces, castanhas doces, … Continue a ler Casa dos Doces Conventuais de Arouca
Os amigos de Peniche
O roteiro é doce e com história. Envolve ingleses e os penichenses. Como estamos em Peniche o esperado é começarmos pelas sardinhas. Mas, desenganem-se, são doces. Por isso, vamos primeiro aos doces regionais que são à base de amêndoa e os mais antigos e mais vendidos são os penichenses. Diz Alberto Cruz, proprietário da Pastelaria … Continue a ler Os amigos de Peniche
Popias alentejanas
Um dos doces regionais do Alentejo mais simples de fazer e que casa bem com um café ou um chá são as popias. Os ingredientes base são a habitual farinha de trigo e a massa leva um pouco de vinho branco. Tem um formato de argola. Encontramos no Alentejo com uma grande diversidade de sabores. … Continue a ler Popias alentejanas
A “Torre de Pisa” na Igreja de Foz Côa
Com algum carinho dizem que o interior da igreja Matriz de Vila Nova de Foz Côa os pilares têm um difícil equilíbrio como a torre de Pisa. De fato, estranha-se como as altas colunas de granito conseguem manter o teto do templo devido à grande inclinação. Colocados numa das filas das colunas reparamos bem como … Continue a ler A “Torre de Pisa” na Igreja de Foz Côa
A monumentalidade da monumental Sé da Guarda
Tudo o que diga respeito à Sé Catedral da Guarda é sempre associado a monumentalidade. Da dimensão do edifício, da afirmação do poder, da fé, da arte, da Igreja que teve aqui uma das maiores dioceses. Também do século e meio que levou a construir. A primeira pedra foi em 1390 e foi concluída em … Continue a ler A monumentalidade da monumental Sé da Guarda
Concatedral de Miranda do Douro
A Concatedral de Miranda do Douro é um edifício enorme tendo em conta o centro histórico da cidade. A robustez e a frieza da pedra dão-lhe um ar rude e sóbrio que é apenas quebrado pela decoração no interior. É uma igreja salão com as três naves praticamente com a mesma altura e está repleto … Continue a ler Concatedral de Miranda do Douro
Competição para Catedral: a candidata nº 2, Torre de Moncorvo
"São modestos os nossos museus, e se abundam as igrejas são poucas, se há algumas, as que pedem meças à Sé de Miranda, ou às matrizes de Moncorvo e Freixode-Espada-à-Cinta". Trás-os_montes, o Nordeste; J. Rentes de Carvalho Cheguei ao final da tarde de um dia soalheiro a Torre de Moncorvo. Ainda estava na enorme subida … Continue a ler Competição para Catedral: a candidata nº 2, Torre de Moncorvo
Competição para a catedral transmontana: candidata nº1, Freixo de Espada à Cinta
Chamam a Freixo de Espada à Cinta a Vila Manuelina. Um dos expoentes máximos dessa época é a igreja Matriz também conhecida como igreja de S. Miguel. Foi construída no inicio do século XVI aproveitando um antigo templo gótico. A fachada é austera, tem apenas sinais decorativos no portal de entrada mas destaca-se de imediato na … Continue a ler Competição para a catedral transmontana: candidata nº1, Freixo de Espada à Cinta
