Museu Ibérico da Máscara e do Traje em Bragança

O Museu Ibérico da Máscara e do Traje em Bragança é o palco de uma cultura única desta região de Trás os Montes com o riso e a critica social a vestirem-se de cor e a serem reveladas pelas máscaras. Esta tradição foi distinguida pela Unesco através dos caretos de Podence e estende-se ainda à … Continue a ler Museu Ibérico da Máscara e do Traje em Bragança

Bolos do Cego – onde nasceu a torta de Azeitão e se comem os amores

Muita gente vai à Pastelaria Regional Cego, em Vila Nogueira de Azeitão, à descoberta do local onde nasceu a torta de Azeitão. O problema é depois escolher porque entretanto, surgem os amores e os mémés. “O que tem tido mais impacto é o mémé”, uma recriação de José Augusto Pinto, proprietário da pastelaria há 44 anos. … Continue a ler Bolos do Cego – onde nasceu a torta de Azeitão e se comem os amores

Um Natal solidário com o bolo “russo” da Casa de Chá de Santa Isabel

O espírito do Natal é sublinhado na proposta de hoje. Para a mesa de Natal sugerimos muito mais do que um bolo. Também um gesto de solidariedade. O bolo chama-se russo mas é diferente do que é produzido nas pastelarias. Na descrição de Rita Assunção, “é um bolo de amêndoa e noz e recheado de … Continue a ler Um Natal solidário com o bolo “russo” da Casa de Chá de Santa Isabel

O primeiro bolo rei em Portugal já tinha brinde

O primeiro bolo rei feito em Portugal comemorou agora 150 anos. A receita chegou a Portugal pelo filho do fundador da Confeitaria Nacional, Balthazar Castanheiro Júnior, em 1869. Leonor Amorim, gerente da Confeitaria Nacional, descreve-o como uma pessoa irreverente e muito viajada. Era muito curioso sobre doçaria e encontrou na Europa várias receitas que não … Continue a ler O primeiro bolo rei em Portugal já tinha brinde

Cristas de Galo

Os Pitos e as Cristas de Galo de Vila Real

Hoje, sexta-feira, é dia de Santa Luzia e manda a tradição ir à capela na aldeia de Vila Nova, no concelho de Vila Real,  provar o Pito de Santa Luzia. É uma das celebrações mais populares é na aldeia de Vila Nova, no concelho de Vila Real, onde muitas pessoas vão provar o Pito de Santa … Continue a ler Os Pitos e as Cristas de Galo de Vila Real

Casa dos Doces Conventuais de Arouca

O Mosteiro de Santa Maria de Arouca foi durante sete séculos da Ordem de Cister e exclusivamente feminino. Mesmo em frente do edifício, do outro lado da rua,  encontramos o legado doce do Mosteiro, na Casa dos Doces Conventuais de Arouca. “Comercializamos de momento sete doces conventuais. O pão de S. Bernardo, morcelas doces, castanhas doces, … Continue a ler Casa dos Doces Conventuais de Arouca

Os amigos de Peniche

O roteiro é doce e com história. Envolve ingleses e os penichenses. Como estamos em Peniche o esperado é começarmos pelas sardinhas. Mas, desenganem-se, são doces. Por isso, vamos primeiro aos doces regionais que são à base de amêndoa e os mais antigos e mais vendidos são os penichenses. Diz Alberto Cruz, proprietário da Pastelaria … Continue a ler Os amigos de Peniche

Popias alentejanas

Um dos doces regionais do Alentejo mais simples de fazer e que casa bem com um café ou um chá são as popias. Os ingredientes base são a habitual farinha de trigo e a massa leva um pouco de vinho branco. Tem um formato de argola. Encontramos no Alentejo com uma grande diversidade de sabores. … Continue a ler Popias alentejanas

A “Torre de Pisa” na Igreja de Foz Côa

Com algum carinho dizem que o interior da igreja Matriz de Vila Nova de Foz Côa os pilares têm um difícil equilíbrio como a torre de Pisa. De fato, estranha-se como as altas colunas de granito conseguem manter o teto do templo devido à grande inclinação. Colocados numa das filas das colunas reparamos bem como … Continue a ler A “Torre de Pisa” na Igreja de Foz Côa

A monumentalidade da monumental Sé da Guarda

Tudo o que diga respeito à Sé Catedral da Guarda é sempre associado a monumentalidade. Da dimensão do edifício, da afirmação do poder, da fé, da arte, da Igreja que teve aqui uma das maiores dioceses. Também do século e meio que levou a construir. A primeira pedra foi em 1390 e foi concluída em … Continue a ler A monumentalidade da monumental Sé da Guarda

Concatedral de Miranda do Douro

A Concatedral de Miranda do Douro é um edifício enorme tendo em conta o centro histórico da cidade. A robustez e a frieza da pedra dão-lhe um ar rude e sóbrio que é apenas quebrado pela decoração no interior. É uma igreja salão com as três naves praticamente com a mesma altura e está repleto … Continue a ler Concatedral de Miranda do Douro

Competição para Catedral: a candidata nº 2, Torre de Moncorvo

"São modestos os nossos museus, e se abundam as igrejas são poucas, se há algumas, as que pedem meças à Sé de Miranda, ou às matrizes de Moncorvo e Freixode-Espada-à-Cinta". Trás-os_montes, o Nordeste; J. Rentes de Carvalho Cheguei ao final da tarde de um dia soalheiro a Torre de Moncorvo. Ainda estava na enorme subida … Continue a ler Competição para Catedral: a candidata nº 2, Torre de Moncorvo

Competição para a catedral transmontana: candidata nº1,  Freixo de Espada à Cinta

Chamam a Freixo de Espada à Cinta a Vila Manuelina. Um dos expoentes máximos dessa época é a igreja Matriz também conhecida como igreja de S. Miguel. Foi construída no inicio do século XVI aproveitando um antigo templo gótico. A fachada é austera, tem apenas sinais decorativos no portal de entrada mas destaca-se de imediato na … Continue a ler Competição para a catedral transmontana: candidata nº1,  Freixo de Espada à Cinta

“Must see” Feira da Ladra

Hoje a Feira da Ladra de Lisboa é um “must see” para os turistas. Nos últimos anos mudou muito o ambiente, a área envolvente e o perfil de vendedores. Mas mantém-se o nome. Os londrinos têm uma feira igual e chamam-na de Portobello. Nós designamos a de Lisboa como Feira da Ladra, o que, obviamente, … Continue a ler “Must see” Feira da Ladra